Terapia anti-androgênica na COVID-19 e o uso da Proxalutamida e análogos

Desde o início da pandemia da COVID-19, estudos observacionais indicaram uma maior prevalência de casos graves da doença em pacientes do sexo masculino (ZHOU et al., 2020). A partir dessa observação inicial, foi levantada a hipótese de que os hormônios androgênicos (de caráter masculinizante) poderiam atuar como fator de risco para
quadros graves relacionados à doença.

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