Rede CoVida passa a integrar a rede internacional de especialistas contra a Covid

A pandemia mostrou que os esforços para eliminar o coronavírus devem ser coletivos. Pensando nisso, mais de 300 especialistas e organizações de vários países, incluindo Austrália, Brasil, Equador, Noruega e Reino Unido, se associaram na Rede Mundial de Saúde (WHN, sigla do inglês World Health Network). Na última segunda-feira, a Rede CoVida também passou a integrar a WHN.

O objetivo da organização é reunir evidências e diretrizes científicas, transferir experiência e conhecimento entre os países, coordenar estratégias e ações internacionais para reduzir a zero a circulação do vírus, a ponto de cessar a transmissão comunitária por longos períodos. O papel da desigualdade, iniquidade e marginalização na saúde também será incluído nos estudos e nas ações. Além de cientistas e organizações, a WHN inclui jornalistas, profissionais de saúde, educadores, advogados e especialistas em ética. 

“Os desafios que enfrentamos são intimidantes, mas acreditamos que esse movimento nos ajudará a eliminar progressivamente a Covid-19 e a reconstruir de forma melhor e mais justa”, afirma a organização em documento assinado pelos integrantes. “[a WHN] fornece uma nova estrutura para lidar com emergências globais de saúde pública além da Covid-19, incluindo desigualdades estruturais e mudanças climáticas”. A WHN foi fundada pelo pesquisador Yaneer Bar-Yam, presidente do New England Complex Systems Institute.

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